A carta acima, com a caligrafia
um pouco tremidinha, me foi respondida por ninguém menos que Dª Maria Eugênia
Seixas, e se o sobrenome “Seixas” remete a algum nome famoso, você, caro e cara
leitores (as), estão certos (as). Essa carta foi-me escrita pela mãe do Raul.
Como consegui isso é uma história tão insólita quanto à realização da
correspondência, pois, quando eu tinha por volta dos 14 anos eu era (e em certa
medida ainda sou) um fã incondicional de Raul Seixas, tinha de tudo, quadros, todos
os discos de vinil, biografias, broches, etc, etc... E em uma tarde inspirada,
(isso no começo dos anos 1990) resolvo descobrir o endereço da mãe do Raul, fiz
tudo por telefone público, discando no 102. Próximo passo foi escrever pra ela,
e eu na minha inocência de adolescente pedi fotos, ou qualquer objeto relacionado ao homem que nascera há 10 mil anos atrás, ela, claro,
negou, mas de uma forma muito educada como vocês poderão ler na carta (clicar na imagem para obter melhor resolução).
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O fim de um era?
A partir de agora o “Cineclube Navegantes” vai passar por reformulações, devido a eu estar residindo no Paraná (como publicado neste blog em 10/04/2012), e por conta disso, o blog passará a se chamar Cine Art & História, além de, aos poucos ir ganhando uma nova "cara", trata-se de uma publicação voltada a assuntos relacionados (como menciona o título) à sétima arte, artes em geral e história. Assim que se decidirem quais rumos o projeto de exibição em Aripuanã irá tomar, outro blog informativo (Cine Navegantes) voltará a publicar notícias sobre a atividade cineclubista na cidade. De antemão agradeço todo o apoio recebido, digo que sinto imensa saudade do cineclube e, se ocorrer, por conta do destino, retornarei à Aripuanã.
Cássio Marcelo de Oliveira Alves.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Cinema, cartum e o gênero terror.
Adão Iturrusgarai é um dos maiores expoentes da “atual” safra de cartunistas brasileiros e pela segunda ocasião publico no blog um cartum de sua autoria (a outra foi em 14/10/2011). A tirinha (Ilustrada, Folha de São Paulo, 05/06/2012) aborda com certa comicidade, provável diálogo entre cinéfilos sobre um dos mais enigmáticos atores a interpretar e imortalizar o conde Drácula no cinema: Bela Lugosi.
Com sua voz inconfundivelmente cavernosa, Bela Lugosi ao lado do pioneiro Max Schreck no antológico Nosferatu, filme de F. W. Murnau, (clássico expressionista do cinema mudo alemão realizado em 1922) deu continuidade, imortalizando de uma vez por todas a lenda do vampiro na telona.
O cartum retrata bem as palavras de alguns críticos que dizem que Bela Lugosi devido a incorporação tão perfeita do personagem teria sido “ator de um só papel”, afirmação que não é toda irreal, pois foi com esse personagem que Lugosi foi alçado ao estrelato e sempre será lembrado, mesmo realizando outros trabalhos antes e depois da clássica interpretação vampiresca. Aqui no Brasil também se pode citar um caso parecido ao que a tirinha retrata; o genial José Mojica Marins que criou (criador e criatura se confundem) um dos personagens mais conhecidos da cultura popular tupiniquim (dentro e fora do cinema) o lendário Zé do Caixão. Autodidata, Mojica fez cinema na raça, (leia a biografia “Maldito” de André Barcinski e Ivan Finotti) “sem conhecer” - reforço: Mojica é um gênio! - academicismos teóricos, realizou obras esteticamente relevantes para a linguagem cinematográfica contemporânea.
Cássio Marcelo de Oliveira Alves.
terça-feira, 22 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Esta imagem
foi feita a partir de uma breve parada de ônibus urbano, trata-se do Teatro Paiol, em Curitiba, um espaço dedicado à cultura (artes cênicas, música...) é uma curiosa construção circular erigida em 1874 e foi usado pelo Exército Brasileiro como depósito (arsenal) de pólvora e munições. Foi tombado como patrimônio histórico material da capital paranaense e preserva sua arquitetura original em quase sua totalidade ( As janelas são "modernas" de vidro temperado). Toquinho e Vinícius de Moraes fizeram célebre letra e música na inauguração da construção como espaço cultural, em Dezembro de 1971, a instigante canção "Paiol de Pólvora". (Texto e foto: Cássio Marcelo de Oliveira Alves).
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Futuras publicações.
Ocasionalmente serão publicadas fotos e pequenas matérias sobre cinema, arquitetura e história. Assim que o projeto retornar às suas atividades, um novo blog será elaborado para informar a população aripuanense da atividade cineclubista. Aqui vemos uma parte do Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, também conhecido como "Museu do Olho", um caro exemplo de arquitetura contemporânea. (Foto: Márcia Costa).
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