A carta acima, com a caligrafia
um pouco tremidinha, me foi respondida por ninguém menos que Dª Maria Eugênia
Seixas, e se o sobrenome “Seixas” remete a algum nome famoso, você, caro e cara
leitores (as), estão certos (as). Essa carta foi-me escrita pela mãe do Raul.
Como consegui isso é uma história tão insólita quanto à realização da
correspondência, pois, quando eu tinha por volta dos 14 anos eu era (e em certa
medida ainda sou) um fã incondicional de Raul Seixas, tinha de tudo, quadros, todos
os discos de vinil, biografias, broches, etc, etc... E em uma tarde inspirada,
(isso no começo dos anos 1990) resolvo descobrir o endereço da mãe do Raul, fiz
tudo por telefone público, discando no 102. Próximo passo foi escrever pra ela,
e eu na minha inocência de adolescente pedi fotos, ou qualquer objeto relacionado ao homem que nascera há 10 mil anos atrás, ela, claro,
negou, mas de uma forma muito educada como vocês poderão ler na carta (clicar na imagem para obter melhor resolução).
Que delicia isso Cássio... eu também tinha o hábito de escrever cartas (ainda tenho) para pessoas queridas e para falar das coisas que sinto. Lembro-me de há muitos anos ter escrito uma carta para a presidência da república... pena não ter guardado nada!! Mas esta sua carta da mãe do Raul é mesmo um documento muito importante!! Bj
ResponderExcluirQue bonitinha essa história. Ela tem um pouco de nós que fomos adolescentes na década de 80. Eu também escrevia muitas cartas para pessoas que admirava (claro que a resposta não vinha rs). E assim como você eu era fã do Raul, tinha todos os álbuns dele (na maioria as famosas fitas porque não tinha grana pra comprar os discos). Hoje digo que certamente as músicas do Raul também fazem parte do que eu sou hoje.
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