terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Saga do Asa Branca.

Anteriormente à exibição do longa assistiremos ao curta metragem de animação pernambucana A saga da Asa Branca que ilustra, em estilo de cordel, a célebre toada Asa Branca, de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga, gravada pelo rei do baião pela primeira vez em 1947. O interessante deste curta metragem é que ele mostra a verdadeira saga que milhões de nordestinos, migrantes em busca de uma vida melhor, deixando para a trás a seca do sertão, muita saudades e perspectivas de uma vida melhor, um filme que vai servir de abertura para "Lula, o filho do Brasil".
Duração: 7 min e 0 seg.
Ano: 1979. Direção: Lula Gonzaga.

um lançamento para o sábado 07/08.


A história de um homem comum, sua família e a extraordinária capacidade de superar dificuldades.


Com direção de Fábio Barreto (O Quatrilho), e baseado no livro homônimo de Denise Paraná, Lula, o Filho do Brasil traz para as telas o percurso de Luiz Inácio Lula da Silva, do seu nascimento, em 1945, até 1980, quando era um líder sindical consagrado. A data marca também a morte de uma pessoa extremamente influente em sua vida e em sua forma de pensar: Dona Lindu (Eurídice Ferreira de Mello), que criou oito filhos, sozinha, e tinha como lema "Nesta família ninguém vai ser ladrão ou prostituta". E cumpriu. Fonte:www.lulaofilhodobrasil.com.br

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um filme amazônico.

"Terceiro Milênio" é uma obra prima de Jorge Bodansky e Wolf Gauer, preparem-se, pois qualquer semelhança com a realidade de Aripuanã não será mera coencidência. Teremos depoimentos de cablocos, indígenas, madeireiros, um messias no meio da floresta, fábricas poluidoras, a corrupção da Funai ainda em um período de fim da ditadura militar. Um filme frenético e de excepcional montagem. Veremos a figura de Evandro Carreira denunciando e afirmando que a Amazônia é o futuro da civilização. Muito antes do assunto da ecologia entrar na moda, ele já afirmava da necessidade de os seres humanos conviverem de forma harmoniosa com o meio em que vivem.
Prof. Cássio Marcelo de Oliveira Alves.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A Sessão de 31 de Julho.

Caros (as) amigos (as) cinéfilos (as) de Aripuanã, peço desculpas pela demora em postar informações sobre o filme da próxima sessão, mas como de costume, podem esperar por algo bem interessante. Quero dizer também que todos (as) que entrarem no blog podem ter mais informações clicando no link da Programadora Brasil que fica à direita na página, vocês poderão ter acesso aos relatórios referentes às sessões passadas que aconteceram no nosso município. Lembrando que ao término das exibições acontecem debates sobre as obras assistidas da noite, na última exibição aconteceu um debate muito legal, as pessoas participaram e gostaram do que viram. Compareçam, opção de cinema de boa qualidade garantidas todos os sábados às 20:00.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sessão de sábado. 24/07.

Apesar do Festival de Pesca o Cine Clube não pára, quem quiser uma opção cultural (cinéfila) para sábado de noite é só comparecer no Centro de Apoio ao Turismo que poderá assistir a dois curtas metragens muito interessantes, (veja sinopse abaixo). Desde já estão todos (as) convidados (as). A entrada é franca e a classificação indicativa é livre para todas as idades. Lembrando que o horário é 20:00h.

Como se morre no cinema.

Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico brasileiro Vidas Secas, em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia. Fonte Programadora Brasil.
Para quem assistiu "Vidas Secas" esse filme é imperdível. Como a ideia de um diretor, Luelane Loiola, reconstrói os bastidores de um dos filmes precursores do Cinema Novo. Garantidas emoções.
Duração: 20 min e 0 seg.
Ano: 2000.Direção: Luelane Loiola Corrêa. Livre.

Um belo filme.

A história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo.
Duração: 22 min e 0 seg.
Ano: 1960.Gênero: Documentário.
Direção: Linduarte Noronha.
Classificação indicativa: Livre.