sexta-feira, 13 de julho de 2012

O fim de um era?

A partir de agora o “Cineclube Navegantes” vai passar por reformulações, devido a eu estar residindo no Paraná (como publicado neste blog em 10/04/2012), e por conta disso, o blog passará a se chamar Cine Art & História, além de, aos poucos ir ganhando uma nova "cara",  trata-se de uma publicação voltada a assuntos relacionados (como menciona o título) à sétima arte, artes em geral e história. Assim que se decidirem quais rumos o projeto de exibição em Aripuanã irá tomar, outro blog informativo (Cine Navegantes) voltará a publicar notícias sobre a atividade cineclubista  na cidade. De antemão agradeço todo o apoio recebido, digo que sinto imensa saudade do cineclube e, se ocorrer, por conta do destino, retornarei à Aripuanã.
Cássio Marcelo de Oliveira Alves.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Cinema, cartum e o gênero terror.

 Adão Iturrusgarai é um dos maiores expoentes da “atual” safra de cartunistas brasileiros e pela segunda ocasião publico no blog um cartum de sua autoria (a outra foi em 14/10/2011). A tirinha (Ilustrada, Folha de São Paulo, 05/06/2012) aborda com certa comicidade, provável diálogo entre cinéfilos sobre um dos mais enigmáticos atores a interpretar e imortalizar o conde Drácula no cinema: Bela Lugosi.
Com sua voz inconfundivelmente cavernosa, Bela Lugosi ao lado do pioneiro Max Schreck no antológico Nosferatu, filme de F. W. Murnau, (clássico expressionista do cinema mudo alemão realizado em 1922) deu continuidade, imortalizando de uma vez por todas a lenda do vampiro na telona.
O cartum retrata bem as palavras de alguns críticos que dizem que Bela Lugosi devido a incorporação tão perfeita do personagem teria sido “ator de um só papel”, afirmação que não é toda irreal, pois foi com esse personagem que Lugosi foi alçado ao estrelato e sempre será lembrado, mesmo realizando outros trabalhos antes e depois da clássica interpretação vampiresca.                                                          Aqui no Brasil também se pode citar um caso parecido ao que a tirinha retrata; o genial José Mojica Marins que criou (criador e criatura se confundem) um dos personagens mais conhecidos da cultura popular tupiniquim (dentro e fora do cinema) o lendário Zé do Caixão. Autodidata, Mojica fez cinema na raça, (leia a biografia “Maldito” de André Barcinski e Ivan Finotti) “sem conhecer” - reforço: Mojica é um gênio! - academicismos teóricos, realizou obras esteticamente relevantes para a linguagem cinematográfica contemporânea.
Cássio Marcelo de Oliveira Alves.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Acima vemos uma foto do já citado MON  e uma escultura de Brennand, percebe-se em uma panorâmica a integração com o grande olho e mais abaixo detalhes da cobra que quer abocanhar a gigante escultura do velho Oscar. (Foto: Cássio Marcelo de O. Alves).
Aqui vemos uma escultura do pernambucano Francisco Brennand no MON. Conhecido internacionalmente, Brennand utiliza diversas linguagens e técnicas artísitcas, sempre evocando sensualidade e muita magia. ( foto. Cássio Marcelo de O. Alves ).

terça-feira, 15 de maio de 2012

Esta imagem
foi feita a partir de uma breve parada de ônibus urbano, trata-se do Teatro Paiol, em Curitiba, um espaço dedicado à cultura (artes cênicas, música...) é uma curiosa construção circular erigida em 1874 e foi usado pelo Exército Brasileiro como depósito (arsenal) de pólvora e munições. Foi tombado como patrimônio histórico material da capital paranaense e preserva sua arquitetura original em quase sua totalidade ( As janelas são "modernas" de vidro temperado). Toquinho e Vinícius de Moraes fizeram célebre letra e música na inauguração da construção como espaço cultural, em Dezembro de 1971, a instigante canção "Paiol de Pólvora". (Texto e foto: Cássio Marcelo de Oliveira Alves).

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Futuras publicações.

 Ocasionalmente serão publicadas fotos e pequenas matérias sobre cinema, arquitetura e história. Assim que o projeto retornar às suas atividades, um novo blog será elaborado para informar a população aripuanense da atividade cineclubista.
Aqui vemos uma parte do Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, também conhecido como "Museu do Olho", um caro exemplo de arquitetura contemporânea. (Foto: Márcia Costa).

terça-feira, 10 de abril de 2012

Adiamento de sessões

Devido eu ter desenvolvido parcerias inestimáveis com a Prefeitura de Aripuanã através das secretarias de Turismo e Lazer, Educação e Cultura, também com a rádio Navegantes FM, o apoio de divulgação da Energética Águas da Pedra e site Top News, foi possível realizar um projeto único e promissor no segmento audiovisual na cidade, e é com elevado grau de tristeza que tive de tomar uma decisão em retornar ao Estado do Paraná, deixando para trás dois concursos em MT, e principalmente, interrompendo (espero que temporariamente) as atividades cineclubistas em Aripuanã, porém - anteriormente a tomada da decisão em solicitar exoneração - foi realizada uma reunião em que se organizou um grupo de pessoas com capacidade em dar continuidade às exibições no CECD (Centro de Educação Continuada Dardanelos), já que a cidade recebeu do Minc (Ministério da Cultura) através da Ação Cine Mais Cultura e da Programadora Brasil, equipamentos e centenas de filmes para essa relevante programação fílmica em Aripuanã, e o mais importante, criou-se o hábito entre um grupo coeso de espectadores a participação pós-exibição nas conversas e debates sobre as obras assisitidas, sendo importante salientar que no quesito qualidade (seja nos filmes ou debates), Aripuanã não ficava para trás se compararmos outros projetos cineclubistas existentes em outras localidades e mesmo em Universidades.
O "pontapé" inicial foi dado, basta uma mobilização das pessoas com interesse cinéfilo para que as exibições e debates retornem à programação cultural do município.
Cássio Marcelo de Oliveira Alves.